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“Governo vai cortar mil milhões de euros nas prestações sociais dos mais pobres”
Adão Silva frisou que o executivo ainda não conseguiu explicar onde vai fazer os cortes.
Adão Silva afirmou, esta quinta-feira, que o Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social apareceu no debate do Programa do Governo “mole, desalentado, pobre”, talvez num “reconhecimento de alguma ilegitimidade da sua presença como Ministro”.
De seguida, o Vice-Presidente da bancada do PSD focou a sua intervenção num conjunto de perguntas que não foram respondidas pelo Primeiro-Ministro e pelo Ministro das Finanças. Nesse sentido, no que respeita ao Fundo de Estabilização financeira da segurança social, o Executivo pretende retirar 10% desse fundo, 1400 milhões de euros, para entregar a privados para fazerem reabilitação urbana. Recordando o que se passou no ano de 2008, Adão Silva pediu ao executivo prudência e cautela na gestão dos dinheiros que são de todos.
Outra matéria levantada pelo social-democrata prendeu-se com a questão que António Costa não conseguiu responder durante a campanha eleitoral, onde é que vão cortar os mil milhões de euros nas prestações sujeitas a condição de recurso. “Afinal qual é a lógica desta poupança dos mil milhões de euros de verbas sujeitas a condição de recurso. Os senhores falam do aumento das prestações sociais, mas a verdade é que vão cortar mil milhões de euros nas prestações sociais dos mais pobres”.
Já no que respeita às pensões, o social-democrata lembrou que foi o Governo socialista que congelou as pensões, incluindo as mínimas, de forma despudorada e sem sentido de solidariedade.
A terminar, Adão Silva recordou que quando Vieira da Silva deixou o Governo em 2010 tinha cortado abonos de família, pensões e congelado o salário mínimo. Agora, em 2015, Vieira da Silva volta ao Governo com o intuito de aumentar tudo. Face a esta postura, o parlamentar frisou que durante os últimos 4 anos Portugal teve um Governo capaz de reerguer o país e de dar as condições para que agora os socialistas possam aumentar estas prestações.

03-12-2015 Partilhar Recomendar
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