PS deixou uma dívida de 3,2 mil milhões de euros no SNS
Miguel Santos recordou que na altura havia empresas que cortaram o fornecimento aos hospitais.
“Falar do Estado da Nação é também debater o estado da Saúde em Portugal como pilar fundamental do regime democrático e como valor primordial para o bem-estar dos portugueses”. Foram estas as palavras iniciais de Miguel Santos no debate sobre o Estado da Nação. Focando-se neste sector, o Vice-Presidente da bancada do PSD recordou o relatório da DGS que diz que “na última década mantém-se a tendência positiva dos principais indicadores de saúde em todas as fases da vida e que o nível de saúde dos cidadãos tem apresentado ganhos ano após ano”. O social-democrata referiu-se ainda aos relatórios da OCDE, ao da Fundação Calouste Gulbenkian e tantas obras efetuadas pelo Governo que atestam a qualidade do nosso SNS. Contudo, recorda, é importante recordar o ponto de partida deste Governo. “O ponto de partida foi um SNS preso a uma dívida de 3,2 mil milhões de euros, que gerava todos os anos 400 milhões de défice e que se libertou pagando dívidas. Na altura havia empresas que cortaram o fornecimento aos hospitais”.
No debate do Estado da Nação, Fernando Negrão frisou que “a natureza desta maioria de esquerda é a do escorpião, não resiste a fazer mal quando pode e promete fazer bem”.