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Governo apostou no apoio à melhoria da competitividade da economia portuguesa
Afonso Oliveira lembra a mudança em relação ao PS que apoiava os sectores protegidos.

Num debate de urgência, solicitado pelos comunistas, para analisar a política de privatizações, Afonso Oliveira acusou o PCP de apenas pretender afirmar a sua posição contra todas as privatizações, revelando um preconceito ideológico face à iniciativa privada e à capacidade do setor privado.

Contudo, acrescenta, o debate tem a virtude de clarificar posições e obrigar todas as forças políticas a assumirem as suas responsabilidades, na forma como se posicionaram num dos períodos mais difíceis da nossa história coletiva.

Segundo o social-democrata o Governo esteve sempre à altura das suas responsabilidades e cumpriu os acordos internacionais, cumpriu o memorando de entendimento e com sucesso, recuperou a credibilidade da república portuguesa e recuperou a confiança. “No quadro da governação ao longo destes 4 anos, o Governo assumiu o apoio à melhoria da competitividade da economia portuguesa e não como aconteceu no passado recente, o apoio a setores protegidos, como fez o PS. O Governo devolveu ao setor privado, empresas que melhor podem servir as pessoas num ambiente concorrencial. Para nós é claro, que o caminho percorrido é muito bem compreendido pelos portugueses: libertar a economia do excesso de peso do Estado. Ao estado cabem funções absolutamente fundamentais que não estão nem nunca estiveram em causa. Mas ao Estado não cabe intervir e gerir todos os sectores. Compete, isso sim, exercer a sua função de regulação e fiscalização”.

Face aos resultados e relatórios, Afonso Oliveira enfatizou que ficou claro que o Governo fez o seu papel, algo que não aconteceu com a oposição. “Infelizmente neste período de quatro anos de Governação, não pudemos esperar nada da Oposição. A oposição radical assumida pelos partidos à esquerda do PS, centrados nas suas verdades absolutas e sem qualquer aderência à realidade, não contribuíram para melhorar o país, antes pelo contrário. O Partido Socialista, durante os últimos 4 anos, andou a negar a realidade e atentar fugir das responsabilidades que tinha assumido no memorando de entendimento com os nossos parceiros internacionais”.


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