O Parlamento apreciou, esta
quinta-feira, uma Petição que defendia a Criação da Ordem dos Assistentes
Sociais. Em nome do PSD, João Figueiredo começou por deixar uma palavra de
apreço aos Assistentes Sociais, sublinhando que são profissionais com
importantes funções na solidariedade e na coesão social, que estão na primeira
linha dos diversos serviços do Estado, seja nos Municípios ou nas organizações
da economia social.
Dirigindo-se aos
peticionários, o parlamentar destacou o exercício de cidadania democrática ao
submeterem este tema à discussão, ao mesmo tempo que proporciona a
possibilidade de proferir umas merecidas palavras de homenagem à missão ímpar
com que estes profissionais tornam, diariamente, melhor e mais apoiada a vida
de muitas famílias portuguesas.
“A discussão desta matéria
proporciona-nos, também, a oportunidade para referir que foi através do atual
Governo, suportado pela maioria parlamentar do PSD/CDS-PP que discutiu neste
Parlamento, primeiro, a Proposta de Lei que esteve na origem da Lei 2/2013 e
depois a proposta de lei 266/XII que estabelece o regime jurídico da
constituição e funcionamento das sociedades de profissionais que estejam
sujeitas ao funcionamento de sociedades públicas profissionais, e que culminou
na Lei 53/2015. Esta legislatura que está quase a terminar foi determinante na
organização, harmonização e enquadramento das organizações públicas
profissionais visando modernizar o funcionamento das diversas Ordens
Profissionais, tendo em conta que desejamos uma sociedade aberta, com
profissões valorizadas e adaptadas às novas missões e aos novos desafios”.
Dirigindo-se a estes
profissionais, João Figueiredo enfatizou que “é inequívoco o nosso respeito e o
nosso apreço pelo trabalho dos assistentes sociais enquanto profissionais e
cidadãos dedicados a causas e projetos, trabalhando de forma isolada ou em
equipas multidisciplinares, constituem-se como um esteio determinante numa
sociedade que todos queremos mais justa, humana e solidária”.
A terminar, o social-democrata
recordou que a criação de uma Ordem Profissional é uma matéria não só da maior
importância como de grande delicadeza. “Ela deve ser devidamente ponderada e
discutida sem precipitação, pelo que importa ouvir os representantes dos
profissionais do setor bem como entidades que contribuam para um debate
construtivo e frutífero sobre esta matéria. Entendemos ser da máxima
importância que esta questão seja objeto de avaliação e discussão em sede de
Comissão Parlamentar”.