Carlos Abreu Amorim confessou, esta sexta-feira, que depois do primeiro dia de debate do Orçamento do Estado não ter corrido nada bem à oposição, esperava que a intervenção do PS nos pudesse elucidar sobre o mais triste mistério que paira sobre a política portuguesa: o que é que quer este PS, o que é que nova liderança do PS preconiza para o país e que alternativas apresenta. “O que é que António Costa pensa sobre a educação, sobre a saúde, sobre o emprego, uma área que hoje mesmo se conheceu dados que comprovam a descida da taxa de desemprego, uma descida muito longe daquilo que até o próprio Governo estimava”.
Dirigindo-se à bancada do PS, o Vice-Presidente da bancada do PSD enfatizou que “a dita nova liderança do PS tem de perceber que, num país democrático, numa democracia moderna, quem quer Governar tem de dizer o que quer e ao que vem. “Tem de largar de vez este tabu de dizer generalidade, imprecisões e de não ter propostas sérias e objetivas. Mas aquilo que se percebeu deste debate foi o regresso da política do facilitismo e a isso esta bancada e este Governo dizem não”.
A terminar, o social-democrata afirmou que a única coisa que conseguimos perceber da nova liderança do PS é um programa que já está feito há quase 10 anos e que ostenta o nome do José Sócrates. |