No debate do Orçamento do Estado para 2015, Mónica Ferro lembrou que ao longo deste três difíceis anos muitas foram as reformas implementadas pelo Executivo. Segundo a Vice-Presidente da bancada do PSD, tal como em outras áreas, também ao nível da soberania este Governo e esta maioria não baixaram os braços, como se demonstra pela atividade de policiamento aéreo dos nossos F16 e a sua integração em missões internacionais. Frisando que “do varandim da Câmara Municipal de Lisboa não se vê tão longe”, a deputada enfatizou que o PSD não deixará que essa defesa seja esquecida, pois “trata-se de uma responsabilidade estruturante do nosso Estado de direito, do nosso projeto de desenvolvimento humano”.
De seguida, a social-democrata referiu que essa responsabilidade, em sede Orçamento, alinha em três eixos: contribuição para a segurança e desenvolvimento globais com a manutenção das nossas forças destacadas; concretização do processo de restruturação do Ministério de Defesa Nacional e das Forças Armadas; e a ambiciosa reforma da Defesa 2020.
Em matéria de Orçamento, Mónica Ferro destacou ainda o trabalho já feito pelo Ministério da Defesa: alterações nos estabelecimentos militares de ensino, reforma do sistema de saúde militar, conclusão da restruturação dos estabelecimentos fabris do exército, o redimensionamento territorial e o trabalho desenvolvido em relação ao sector empresarial da defesa.
A terminar, a Vice-Presidente da bancada do PSD afirmou que “este Orçamento traduz na Defesa uma nova abordagem qualitativa. Poderemos garantir aos portugueses que este Orçamento assegura a operacionalidade das nossas Forças Armadas e garante as condições para o cumprimento das missões que lhes estão atribuídas”. |