Na opinião de Duarte Pacheco o debate do orçamento retificativo ficou marcado por uma dicotomia: de um lado a serenidade e confiança do Governo e da maioria, do outro a amargura e o azedume da oposição. Não compreendendo esta postura, o social-democrata dirigiu-se às bancadas da oposição para questionar os motivos para tanta amargura perante notícias que são boas para os portugueses. “Portugal subiu 15 lugares no ranking da competitividade, o comercio a retalho subiu em julho 2,5% quando nas União Europeu as vendas desciam, o indicador de produção industrial cresceu 3,5% em julho, o indicador de confiança dos consumidores está em máximos históricos desde janeiro de 2007, o indicador do clima económico mostra uma tendência crescente que atingiu o valor mais alto desde julho de 2008, a taxa de desemprego recuou para os 14% em julho registando a maior queda homóloga da União Europeia, a taxa de desemprego de longa duração caiu para os 9,4%, a população empregada aumentou em 90 mil, os juros da dívida pública estão em queda. Não lhes ficava mal uma palavra de congratulação pelas boas notícias para Portugal, pois resultaram do esforço de muitos portugueses, do esforço das instituições e do Governo”.
A terminar, Duarte Pacheco frisou que é neste contexto que surge este orçamento retificativo que visa cumprir as metas definidas, que não aumenta os impostos e reflete uma melhoria dos números do desemprego. |