António Rodrigues saudou o Governo pela sua postura de credibilidade reconhecida pelos parceiros europeus.
No entender de António Rodrigues não é possível falar do Estado da Nação sem falar na nossa relação com a Europa. Nesse sentido, o Vice-Presidente da bancada do PSD referiu que o discurso europeu mudou muito nos últimos meses e passou a ser positivo e decisivo relativamente a um conjunto de matérias importantes para Portugal e que foram da iniciativa do Governo português. Neste âmbito, o social-democrata referiu-se ao mercado europeu de energia, tema lançado para o debate pelo nosso Governo e que hoje está em discussão no Conselho Europeu, à União Bancária, que foi defendida pelo Executivo, e à posição assumida pelo Governo na eleição do Presidente da Comissão Europeia. Segundo o parlamentar, estes temas suscitados pelo Governo português traduzem a credibilidade, a confiança e a capacidade política que foi conquistada por Portugal na Europa.
A crítica foi feita por Rubina Berardo, que desafiou ainda o Primeiro-Ministro a procurar junto dos parceiros europeus apoio para a comunidade portuguesa na Venezuela.
No debate do Estado da Nação, Fernando Negrão frisou que “a natureza desta maioria de esquerda é a do escorpião, não resiste a fazer mal quando pode e promete fazer bem”.
A deputada considera que este é um tema fundamental para Portugal por causa da fragilidade que resulta de termos um sistema bancário ainda com muitas dificuldades.
O deputado destacou as oportunidades que as verbas da coesão trazem ao país e defendeu que os territórios de baixa densidade devem ser valorizados na distribuição das verbas.