Nuno Serra considera que a introdução de um imposto sobre as transações financeiras no mercado secundário deve ser consertada com a Europa
O deputado deu o exemplo francês que avançou isolada e teve de recuar.
No debate do Orçamento do Estado para 2014 na especialidade, Nuno Serra referiu-se a um conjunto de condições orçamentais que o Executivo prevê no documento com vista a lançar um imposto sobre as transações financeiras ao mercado secundário. Contudo, acrescenta o social-democrata, este é um imposto que só faz sentido numa atitude consertada com outros parceiros europeus e é algo que poderá acontecer em 2014. Prova dessa necessidade de atuação em conjunto é o facto de o Governo francês não ter tido essa prudência e pouco tempo após ter avançado com esta taxa teve de a retirar.
O parlamentar afirmou não compreender que os deputados da oposição não congratulem os portugueses e o governo por notícias como a da diminuição do desemprego.