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| Miguel Frasquilho: “não podemos desperdiçar o que foi feito” |
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| O social-democrata recordou que começam a surgir os primeiros sinais de recuperação. |
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“Portugal está em recessão desde o final de 2010, ou seja, já antes do início do programa de ajustamento. É um período de tempo muito longo que tem trazido muitos sacrifícios e muitas agruras aos portugueses”. Foi com este reconhecimento da situação em que o país se encontrava que Miguel Frasquilho iniciou a sua intervenção, esta sexta-feira, no debate sobre o Estado da Nação. Apesar deste historial, o Vice-Presidente da bancada do PSD recordou que têm surgido algumas notícias encorajadoras. “Na área internacional já sabemos que as exportações têm-se mantido dinâmicas, mas também na vertente interna têm surgido notícias encorajadoras. As vendas a retalho mostram dois meses consecutivos de crescimento real, a produção industrial mostra que em maio houve um crescimento de 4,5%, o terceiro maior da União Europeia. No mercado de trabalho os números de desemprego apontam para uma situação menos negativa. A execução orçamental até maio mostra um melhor desempenho das constas públicas e dados positivos para a receita fiscal. Finalmente, a síntese de conjuntura da Universidade Católica prevê um crescimento positivo no segundo trimestre de 2013, o primeiro depois de 10 trimestres de recessão”.
Miguel Frasquilho reconheceu que estes dados são insuficientes, mas lembrou que estes são apenas os primeiros sinais da economia real que podem indiciar que alguma coisa está a mudar. “Os sacrifícios que os portugueses têm passado não foram em vão. Não podemos desperdiçar o que até agora foi feito”, concluiu o social-democrata. |
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