No início do debate do Orçamento do Estado para 2013 e das Grandes Opções do Plano para 2013, Luís Campos Ferreira afirmou que “quem ouve o PS falar nestes debates fica no mínimo surpreendido, não só pela falta de memória mas também pela demagogia”. O social-democrata considera mesmo que “se o descaramento e a falta de memória pagassem imposto, o Ministro das Finanças não teria problemas pois teria os cofres cheios com o maior contribuinte nacional de sempre: o PS. O mesmo PS que quando é chamado a colaborar numa solução mais robusta para dar resposta aos problemas que ele próprio criou, diz que não se quer comprometer”.
Para o deputado, este Orçamento tem muitos instrumentos interessantes para a economia portuguesa. Desde logo, acrescenta, “o equilíbrio das finanças públicas, o IVA de caixa ou o facilitar do acesso às linhas de QREN de forma a que a execução seja superior”. Contudo, reconhecendo que o cumprimento do memorando que o PS assinou e com o qual comprometeu o País tem, perante a economia, um impacto negativo, Luís Campos Ferreira questionou se, além das medidas económicas apresentadas, o Governo vê com bons olhos a possibilidade de criação de um Banco de Desenvolvimento. |