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“O nosso grande desígnio é colocar Portugal a crescer e criar emprego”
Luís Montenegro considera que o debate do Orçamento vai servir para verificar “quem está com o seu pensamento no futuro de Portugal e dos portugueses e quem está apenas preocupado com as popularidades do momento”.

“Um País endividado que pagará, no próximo ano, 7,5 mil milhões de euros só de juros das dívidas que foram acumuladas, um País que está sob assistência financeira e que não tem plena liberdade orçamental, um País que está em recessão económica e que tem também de se confrontar com a recessão de muitos dos seus parceiros, um país que atingiu elevados níveis de desemprego, é um país em crise. Não por aquilo que percorreu o último ano três meses, mas sim pelo caminho que foi percorrido ao longo da última década e cuja responsabilidade está bem expressa na bancada do PS”. Foi esta a ideia expressa por Luís Montenegro no início da sua intervenção, esta terça-feira, no debate do Orçamento do Estado para 2013 e das Grandes Opções do Plano para 2013.

O líder da bancada do PSD reconheceu que havia outro caminho. “Havia outra receita, havia. Era a receita do despesismo, era a receita da dívida, era a receita das PPP’s, foi essa a receita que nos trouxe até aqui. E é espantoso como aqueles que são responsáveis por esta caminhada não são capazes de compreender os problemas estruturais que temos pela frente e não são capazes de ter a coragem de enfrentar esses problemas e contribuir para as soluções”.

Para o parlamentar, o realismo do Governo e do Primeiro-Ministro contrasta “com alguns políticos, muitos no ativo, outros já «aposentados», que parece que se esquecem da realidade. Parece que não é preciso recuperar a soberania financeira, parece que o Tribunal Constitucional não impediu soluções programadas, parece que não é preciso pagar juros, parece que não é preciso garantir o financiamento das despesas sociais, da Saúde, da Educação, da Justiça, da segurança social. Parece que muitos destes políticos querem continuar a vender a ilusão que nos trouxe até aqui. Mas a ilusão o despesismo e a dívida não são a solução, são os progenitores da austeridade e esses políticos são os pais biológicos do aperto a que este País chegou”.

No que se refere ao Orçamento, Luís Montenegro reconheceu que se trata de um documento “duro mas necessário para recuperarmos a nossa soberania financeira, para que possamos alicerçar um novo ciclo de crescimento económico e para que possamos gerar mais emprego. O nosso grande desígnio é colocar Portugal a crescer e criar emprego”.

O líder da bancada laranja deixou, ainda, uma referência à importância do próximo quadro plurianual da União Europeia como fonte do financiamento que também precisamos para a nossa economia. “Sabemos que para vencer todos estes desafios precisamos de rigor, de ser exigentes e de ter coragem. O momento é decisivo e todos temos de olhar para o futuro. Este debate vai servir para verificar quem está com o seu pensamento no futuro de Portugal e dos portugueses e quem está apenas preocupado com as popularidades do momento”.

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