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Luís Montenegro: “o que nos mobiliza é dar futuro àqueles que virão a seguir a nós”
O líder da bancada do PSD frisou que os sociais-democratas acreditam nos portugueses e em Portugal.

Foi recorrendo à frase do antigo Ministro da Finanças, que afirmou que os socialistas tinham “passado a batata quente ao novo Governo”, que Luís Montenegro iniciou a sua intervenção no debate do Estado da Nação. Segundo o Presidente da bancada do PSD “é bem verdade que este Governo e esta maioria parlamentar ficaram com múltiplas «batatas quentes» nas mãos. Só que, ao contrário dos socialistas, não as largámos na primeira oportunidade: assumimos que temos como missão histórica e geracional transformar e salvar Portugal. Por mais dura que seja essa tarefa, não a delegamos em ninguém. Por mais desgaste e incompreensão que ela traga, não abdicamos de a cumprir. Para aqueles que ainda não perceberam, nenhum de nós, no Governo e nas Bancadas da Maioria, está preocupado com o seu futuro político. O que nos mobiliza é dar futuro àqueles que virão a seguir a nós. O que nos mobiliza é pôr este país a crescer. É garantir a igualdade de oportunidades. É garantir a dignidade de cada pessoa e o respeito pelo projeto de vida de cada um. É preservar a democracia e o Estado Social. É promover a justiça e a solidariedade social e geracional”.

De seguida, o social-democrata declarou que o falhanço dos Governos anteriores foi, antes do mais, este mesmo: “a divida, o défice, as faturas que legou e as farturas que não controlou, acarretaram a injustiça e a desigualdade”. “Com todo o respeito pelo exercício do respetivo direito é um pouco como as greves em tempo de crise: quem mais sofre quando param os transportes públicos é quem não tem alternativa nem meio próprio para se movimentar. Quem mais sofre quando não tem disponível o serviço público de saúde é quem não pode recorrer a um serviço privado. Quem mais sofre quando um país se asfixia em dívidas, despesas e ilusões é quem está mais dependente e vulnerável. E quem pensa que resolve essa dependência e essa vulnerabilidade com mais divida e mais despesa, está a aumentar a injustiça e aumentar a desigualdade”.

Contudo, acrescentou, a emergência social que esta crise trouxe exigiu a intervenção e a mediação do Estado para garantir que ninguém ficasse para trás. “Quando aumentámos as taxas moderadoras para quem pode mais e isentámos quem pode menos; Quando baixámos as margens de lucro das farmacêuticas e o preço dos medicamentos; Quando isentámos de cortes remuneratórios funcionários públicos e pensionistas com rendimentos abaixo de 600 euros; Quando descongelámos o aumento das pensões mínimas; Quando implementámos tarifas sociais em função dos rendimentos e não em função da idade ou outra condição; Foi para garantir que ninguém fica para trás. Para proteger os mais vulneráveis”.

As faturas dos últimos anos constituem objetivamente a expressão duma sociedade estruturalmente injusta e dum Estado Social de fachada. O regresso ao passado que é a nova divisa do Partido Socialista, o regresso à receita da facilidade e da retórica da ilusão é a antítese do que queremos para Portugal. O PS do Engenheiro Sócrates governou como se não houvesse amanhã. O PS do Dr. Seguro faz oposição como se não houvesse um ontem. Um e outro desempenho têm em comum os mesmos protagonistas, as mesmas políticas e o mesmo tacticismo. Um e outro desempenho preocupam-se sempre com o mais imediato e com a popularidade do momento”.

Dirigindo-se ao líder do PS, Luís Montenegro foi perentório: “Dr. António José Seguro deixe-se de eufemismos. Diga preto no branco os termos, o pacote financeiro e o prazo do Memorando foram mal negociados pelo seu antecessor na liderança do PS? O Dr. Silva Pereira, o Dr. Vieira da Silva, o Dr. Teixeira dos Santos, foram incompetentes a definir o prazo do programa? É que não se pode aplaudir de pé quem definiu, defendeu e defende com unhas e dentes este acordo e ao mesmo tempo berrar e clamar contra o seu conteúdo. O senhor deputado está igualzinho àquele Primeiro-Ministro que em Maio de 2010 afirmou que Portugal era o campeão do crescimento económico da Europa e que 15 dias depois dizia que o Mundo tinha mudado e que eram precisas medidas de austeridade. Senhor deputado, o país precisa de saber se Seguro e Sócrates são afinal duas faces da mesma moeda. Da mesma receita. Da mesma doutrina. Da mesma ilusão”.

A concluir a sua intervenção, o líder da bancada “laranja” frisou que os sociais-democratas não são “daqueles que não ouvem, que não valorizam as mensagens e as críticas construtivas que dimanam da sociedade. Mas, tal como a grande maioria dos portugueses, não confundimos aqueles que confrontam de forma leal as suas ideias com as nossas, com aqueles outros que sendo uma minoria, fazem da intimidação e do fanatismo o meio de impor os seus dogmas. Somos os primeiros a respeitar os pensamentos minoritários. Mas quando uma minoria quer impor à força a sua vontade e paralisar uma maioria que quer trabalhar, uma maioria que tem indiscutivelmente mais apoio popular, a resposta é só uma: não baixaremos os braços, não nos deixaremos intimidar nem desistiremos de transformar Portugal. O povo falou com muita clareza há um ano. O país não quer a intolerância, o irrealismo e o radicalismo da esquerda. O país quis mudar e nós queremos cumprir a mudança com o país. Nós acreditamos na capacidade dos portugueses. Nós acreditamos em Portugal”.

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