Na opinião de Paulo Batista Santos este Orçamento é um Orçamento de oportunidade para arrumar a casa, para um novo exercício de governação, para lançar reformas há muito adiadas e para Portugal mudar de vida. O social-democrata recordou que o Orçamento para 2012 não é composto por duas ou três medidas mas sim por 395 páginas onde “se inscreve um esforço de redução de números de organismos, cortes na despesa e medidas equitativas em sede fiscal”. Sobre esta matéria, o parlamentar frisou que, em sede de IRS, existe um conjunto de medidas que fazem com que os impostos dos mais ricos fiquem sujeitos a uma sobretaxa de 2,5%, que a taxa para as mais-valias acresçam para os 25%, as transferências de capitais para offshores serão agravadas em 30% e a pena por ocultação de rendimentos através de offshores passa para 8 anos de prisão.
A concluir a sua intervenção, Paulo Batista Santos criticou os partidos da oposição, em especial os socialistas por depois de 6 anos de desmando agora fingirem que não conhece o memorando, que não o assinaram e que não conhecem as medidas que lá inscreveram em matéria fiscal. |