Ricardo Leite evidenciou as vantagens da prescrição por denominação comum internacional
O deputado referiu que o sucesso desta medida depende do empenho de todos.
No debate sobre as propostas que pretendem que a prescrição médica passe a ser por denominação comum internacional, Ricardo Baptista Leite afirmou que reconhece o mérito deste princípio. Contudo, acrescenta o deputado, apesar das vantagens desta medida existe quem queira bloquear esta proposta. “São grupos de interesses que parece que ainda não compreenderam que é ao Infarmed que compete regular, supervisionar e autorizar a entrada de medicamentos no mercado”. A essas entidades, o social-democrata deixou o apelo para que “deixem de prejudicar o Serviço Nacional de Saúde, o Estado português e os utentes. O sucesso desta medida depende do empenho de todos”.
Segundo Ricardo Baptista Leite as vantagens são claras: os utentes passam a ter sempre acesso ao melhor e mais adequado tratamento, sempre ao menor custo. “A proposta do Governo coloca o cidadão no centro do sistema de saúde tornando o utente uma parte integrante do processo de prescrição, assegurando sempre o melhore tratamento sempre ao custo mais reduzido para o utente e para o Estado”. Ao Ministro da Saúde o deputado pediu para que transmita quais são os ganhos reais que pretende alcançar com esta medida.
Os sociais-democratas eleitos pelo distrito de Santarém saíram da reunião preocupados com a falta de investimento e com o fracasso da descentralização.
Sara Madruga da Costa lamenta que o governo tenha demorado três anos a tomar uma decisão sobre uma infraestrutura que é fundamental para os madeirenses.
Ricardo Baptista Leite considerou “antissocial e totalmente incompreensível” a decisão do governo de excluir todos os doentes com necessidades paliativas da Rede Nacional de Cuidados Continuados.