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António Leitão Amaro acusa Governos socialistas de terem criado um “monstro” no sector da água
O parlamentar afirmou que o Grupo Águas de Portugal tem um passivo de 5200 milhões de euros.

A propósito da discussão do Sector Empresarial do Estado, António Leitão Amaro questionou o Ministro das Finanças sobre o sector da água. Segundo o deputado, “Portugal é dos países mais atrasados da Europa ao nível do abastecimento de água e do saneamento. Há ainda 2milhões 300 mil Portugueses sem saneamento básico, e mais de 3 milhões sem saneamento tratado. E 530 mil sem abastecimento público de água. O País assumiu metas de atendimento no abastecimento e saneamento que não estão cumpridas”. Na sua opinião, o problema está em que com o suposto propósito de cumprir essas metas, os Governos socialistas criaram e engordaram um verdadeiro monstro. Esse Monstro é o Grupo Águas de Portugal com as suas 44 empresas participadas e uma gigantesca dívida”.

O social-democrata lembrou que “o Grupo Águas de Portugal tem um passivo de 5200 milhões de euros, com uma dívida bancária de 2547 milhões de euros e, ao mesmo tempo, o investimento diminuiu”. “Há entidades controladas pelas Águas de Portugal que estão completamente no vermelho, completamente com a corda na garganta”, afirmou.

Contudo, acrescentou, “este é o monstro da dívida mas também do défice tarifário, e aqui a situação é problemática, pois este défice tarifário nem sequer é reconhecido e revelado na contabilidade, o que compromete ainda mais a credibilidade financeira e acesso ao crédito pela empresa”. “O que sabemos é que os Governos socialistas criaram este monstro, e se por um lado temos muitos portugueses ainda sem abastecimento de água nem saneamento, por outro temos uma rede sobredimensionada, ineficiente e insustentável”.

Ao Ministro das Finanças, o social-democrata perguntou se confirma que o Governo mantém e vai cumprir o compromisso das metas do PEASAAR II, se o Grupo Águas de Portugal tem e vai ter sustentabilidade e capacidade financeira para cumprir as metas e quais as condições em que o Grupo Águas de Portugal e as suas 44 participadas conseguem hoje aceder ao financiamento para os investimentos que tem de fazer.

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