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Modelo de governação do Ministro do Planeamento e das Infraestruturas resume-se a dois princípios: cativar e prometer
Paulo Rios de Oliveira ironizou que quando esses princípios falham a resposta é sempre a mesma: “a culpa é do PSD”.

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Pedro Marques é o “ministro da propaganda eleiçoeira”
Luís Leite Ramos acusou o governante de ser a “voz-off do mega spot eleitoral de um governo faz de conta”.
Após escutar a intervenção do Ministro do Planeamento e das Infraestruturas no debate sobre Infraestruturas Públicas, Luís Leite Ramos afirmou que o governante “está cada vez mais igual a si próprio”. “Está cada vez mais um ministro da propaganda eleiçoeira, está cada vez mais um fiel seguidor da escola socratista onde aprendeu e cresceu politicamente”.
No entender do social-democrata, o ministro Pedro Marques “não enfrenta a realidade, não assume responsabilidades, não resolve problemas. Só faz acusações, só faz promessas, só faz anúncios, várias e vários, todos os dias da semana”.
Chamando o governante para a realidade, o deputado recordou ao socialista que pertenceu ao governo que propôs à troika o fecho de 794 km de ferrovia. Face ao exposto, Luís Leite... (ver mais)
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Cativações: Infraestruturas de Portugal executou apenas cerca de 50% dos investimentos previstos
António Topa afirmou que os relatórios confirmam que com este governo o investimento registou uma descida de 22%.

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Infraestruturas Públicas encontram-se em total degradação
Joel Sá sublinhou que “este é um governo de muita propaganda e pouca obra”.
Na Interpelação ao Governo sobre Infraestruturas Públicas, Joel Sá enfatizou que o governo cria a ilusão aos portugueses que está tudo bem, mas o que é facto é que “as infraestruturas se encontram em total degradação”.
De acordo com o deputado, “este é um governo de muita propaganda e muitos anúncios e pouca obra. Um governo que é Rei das Cativações. Um Estado que falha a sua missão de garantir a proteção e segurança das pessoas e bens. Como sabemos, em alguns casos com consequências reais e noutros adivinha-se. Os incêndios de junho e outubro de 2017 onde morreram 115 pessoas e recentemente a estrada de Borba. Em Tancos desapareceram armas e munições. Os Hospitais estão financeiramente estrangulados, com falta de profissionais, instalações degradadas, falta de... (ver mais)
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O governo está a “destruir” o Serviço Nacional de Saúde
Fernando Negrão considerou que as políticas adotadas na área da saúde são “as mais preocupantes” desta legislatura.
Fernando Negrão acusou o governo de António Costa de estar a destruir o Serviço Nacional de Saúde (SNS). No debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, o último de 2018, o líder parlamentar do PSD centrou a sua intervenção na área da saúde, considerada a “área mais preocupante” para os sociais-democratas.
O parlamentar começou por se referir os números dos dias de espera para uma consulta de cirurgia no Hospital Sousa Martins, na Guarda, onde o “tempo de espera médio” era em junho de 476 dias, “ou seja, um ano e meio”. “Isto está profundamente errado, mas passados cinco meses, a mesma consulta” já tinha um tempo de espera de 1237 dias, assinalou o líder da bancada social-democrata. “Não acha que é da maior urgência resolver estas situações ou o PS descobriu que não... (ver mais)
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Governo não se preocupou em avaliar as implicações do Brexit para a economia portuguesa
Carlos Gonçalves criticou a postura do executivo e pediu uma especial atenção aos portugueses residentes no Reino Unido.
Carlos Gonçalves considera que o Brexit é um dos maiores desafios que a União Europeia enfrenta e que todo o processo em torno da negociação do Acordo de Saída do Reino Unido não permitiu evitar um ambiente de grande incerteza quanto ao futuro da Europa perante a saída de um dos seus mais importantes membros. No debate preparatório do Conselho Europeu, o social-democrata adiantou que os últimos acontecimentos adensam ainda mais esta incerteza quanto ao futuro, acrescentando que “era bom saber como o governo português encara a intenção britânica de rever o Acordo alcançado no passado mês de novembro e como encara a evolução deste processo”.
Com ou sem Acordo, refere o deputado, “parece ser evidente que serão inevitáveis consequências sociais e económicas para o... (ver mais)
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Os portugueses vivem a realidade caótica provocada por um governo campeão das cativações
Rubina Berardo frisa que os socialistas “omitem o verdadeiro estado de sítio que se vive em Portugal”.
No debate preparatório do Conselho Europeu, Rubina Berardo recordou que no Congresso Socialista Europeu o PS “vendeu-se” aos seus camaradas europeus como “a estrela entre os socialistas europeus”. Adiantando que num universo de somente 5 governos não é difícil ser-se a estrela, a Vice-Presidente da bancada do PSD frisou que nesta ação de marketing os socialistas “omitem o verdadeiro estado de sítio que se vive em Portugal, fruto das vossas promessas quebradas. Este governo tem sido a causa de greves sistemáticas, comboios em caos, bombeiros e professores revoltados, paralisação dos portos e a lista continua. É isto que se chama de estrela socialista”, questionou.
De seguida, a parlamentar afirmou que enquanto o governo se vende lá fora como tendo virado a página da... (ver mais)
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Governo continua a contratar trabalhadores com vínculos precários
Clara Marques Mendes acusou o governo de continuar a aumentar a precariedade no Estado.

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“Para a esquerda tudo se resume a tentar ganhar mais uns votos”
Álvaro Batista criticou a “hipocrisia política” dos partidos que adiam para a véspera das eleições a resolução dos problemas dos precários do Estado.
“A precariedade que afeta neste momento tantos trabalhadores na administração pública, o trabalho precário que afeta neste momento mais trabalhadores do Estado do que em 2015, não devia servir para a hipocrisia política, não devia servir para a esquerda que manda no país sacudir a água do capote do seu próprio falhanço”. Foi com estas duras palavras que Álvaro Batista iniciou a sua intervenção, esta sexta-feira, no debate sobre o Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP).
No entender do social-democrata, esta esquerda que governa Portugal vai para 4 anos, é incapaz de assumir responsabilidades ou explicar porque é que hoje há mais trabalhadores precários no Estado. “Esquerda que vem aqui com a soberba de quem... (ver mais)
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Precários do Estado: PS, PCP e BE falharam e faltaram à verdade a estes trabalhadores
Carla Barros lamentou o “tacticismo” e a “encenação” dos partidos da esquerda em torno do PREVPAP.
Carla Barros considera que o agendamento pelo PCP de um debate sobre o Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP) “não passa de um refinado tacticismo político-partidário, uma encenação”.
De acordo com a deputada, os comunistas apresentam-se neste debate com uma dupla representação: por um lado o PCP tem de intimidar e acusar um governo fraco e incumpridor para com os trabalhadores, por outro tem de orgulhar-se do quanto é ótimo e maravilhoso fazer parte desta solução de governo. “É muito, mas muito vazio de nobreza e dignidade político-partidária, o papel que os senhores assumem neste debate. Por isso, as falhas, os atrasos, a confusão, as promessas não cumpridas, os senhores deputados do PS, do PCP e do BE,... (ver mais)
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