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Este é um “Orçamento de fação” cujas prioridades apontam para a satisfação dos interesses eleitorais da esquerda
Luís Marques Guedes criticou a Proposta do Governo e lembrou que os anteriores orçamentos foram “mentirosos” e contaram com a “cumplicidade sonsa” da esquerda.
“De um Orçamento do Estado espera-se visão e ambição. Como documento fundamental daqueles que são os objetivos estratégicos, as prioridades políticas, e as apostas sustentadas de médio e longo prazos é por ele, por excelência, que se mede e se avalia o rumo em que o Governo se propõe conduzir o País. É claro que a justeza, e o acerto, do aqui exposto, depende da seriedade e da transparência com que ele for, primeiro elaborado, e depois executado. O curriculum do seu governo, senhor Primeiro-Ministro, neste particular, é tudo menos abonatório. Quando olhamos para os dois exercícios orçamentais levados a cabo pelo atual governo, desgraçadamente temos de concluir, que essa seriedade e essa transparência orçamentais, não passaram de desavergonhadas ficções. Como os dados... (ver mais)
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“PS castiga consecutivamente as novas gerações com mais dívida e mais impostos”
Simão Ribeiro enfatizou que o Orçamento não resolve os problemas dos jovens portugueses.
“A crítica popular de que os políticos só se preocupam com o imediato e com os seus interesses eleitorais assenta que nem uma luva a vossas excelências e a este Orçamento do Estado. A preocupação com o futuro do país, de facto nunca foi apanágio do PS. A dívida que cabia a cada português há 25 anos era de 3.600€. Hoje, passados 25 anos e 5 governos socialistas, é de perto de 24 mil euros. É factual: o PS castiga consecutivamente as novas gerações com mais dívida e mais impostos”. Foi com estas palavras que Simão Ribeiro iniciou a sua intervenção, esta sexta-feira, no debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2018.
De seguida, o parlamentar recordou hoje que um português passa mais de metade do ano a levantar-se e a ir trabalhar para pagar impostos para o... (ver mais)
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Há finalmente um reconhecimento de que as políticas do governo PSD/CDS tiveram efeitos positivos
Clara Marques Mendes manifestou a sua satisfação por ver o governo reconhecer que durante a anterior governação o emprego aumentou e o desemprego diminuiu.

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Pensões mais baixas têm um aumento inferior ao das pensões mais elevadas
Adão Silva considera que o governo se prepara para cometer “uma profunda injustiça”.

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“Este é um Orçamento ideológico a pensar na manutenção do poder e não nos portugueses”
Luís Leite Ramos considera que este Orçamento prossegue um caminho errado e eleitoralista.

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“O acesso dos doentes aos cuidados de saúde continuará a degradar-se”
Miguel Santos alerta que com o aumento da dívida aos fornecedores os hospitais do SNS enfrentam um sério risco de rutura financeira.
“A população portuguesa usufrui dos melhores indicadores de saúde do mundo. A mortalidade infantil é residual, a esperança média de vida elevada, embora com insuficientes anos de vida saudável após os 65 anos de idade, e reconhece uma tendência de diminuição dos óbitos na generalidade das doenças. A evolução globalmente positiva dos principais indicadores de saúde muito deve à forte aposta que, ao longo de quase 40 anos, os sucessivos governos fizeram na construção e desenvolvimento de um Serviço Nacional de Saúde de excelência, moderno e acessível a todos os Portugueses. Para estes ganhos em saúde, tem de ser valorizado o decisivo contributo das muitas dezenas de milhares de profissionais, cuja competência e dedicação tornou possível que gerações de portugueses... (ver mais)
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PCP afirma lutar contra a austeridade, mas depois vota um Orçamento que a agrava
Sérgio Azevedo colocou em evidência a dicotomia entre o discurso do PCP no país e os seus votos no Parlamento.

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“Bloco é cúmplice no pecado original deste Orçamento”
Rubina Berardo acusou os bloquistas de caucionarem uma proposta que ataca trabalhares independentes e aumenta impostos indiretos.
No debate do Orçamento do Estado para 2018, Rubina Berardo iniciou a sua intervenção saudando o Bloco de Esquerda pela introdução da noção de “reformas estruturais” no léxico bloquista. Recordando que o BE já anunciou o seu voto favorável ao Orçamento, a deputada recordou que os bloquistas se preparam para viabilizar uma proposta que faz um ataque violento a 114 mil trabalhadores independentes através da eliminação do regime simplificado de IRS. “O Bloco é cúmplice no pecado original deste Orçamento do Estado. A estes trabalhadores independentes o Bloco não só não dá nada, como ainda tira mais”.
Acusando o governo de fazer um “espetáculo de magia orçamental”, com a ilusão dos alívios de IRS, a deputada alertou que esses alívios são consumidos na totalidade pelos... (ver mais)
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Governo não orçamenta verba para a construção do novo Hospital da Madeira
Sara Madruga da Costa desafiou o governo a cumprir a promessa feita aos madeirenses.

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António Ventura exige ao governo verbas para a descontaminação dos solos e aquíferos na Ilha Terceira
O deputado lembrou que esta é uma situação que está a afetar a saúde humana e o ambiente.

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