| Berta Cabral enfatizou que estamos perante “um Orçamento de austeridade” |
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| A deputada confrontou os socialistas com os cortes no sector da educação. |
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No seguimento de uma intervenção de um jovem deputado do PS, no debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, Berta Cabral frisou que a geração a que o deputado pertence “já percebeu que o senhor está de cabeça perdida”. Segundo a Vice-Presidente da bancada do PSD, o socialista “meteu a cassete do seu partido e continua a ladainha sobre o Governo anterior”. Depois de recordar ao socialista que com a política do atual Governo os jovens nem sabem se terão acesso a uma pensão, a parlamentar frisou que o socialista não consegue explicar os cortes no sector da educação e não consegue refutar os dados que dizem que 50% do emprego criado é precário. A terminar, Berta Cabral enfatizou que estamos perante “um Orçamento de austeridade, um Orçamento... ( ver mais) |
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| Maria Luís Albuquerque: não se pode resumir a governação de um país à sobrevivência do Governo |
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| A deputada considera que “o Governo e a maioria não têm uma visão de futuro”. |
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“A política de um Governo não se esgota na preparação de uma proposta de Orçamento do Estado, mas diz muito sobre as opções políticas de quem tem a responsabilidade de a preparar. Um Orçamento do Estado permite ver se a maior preocupação de um Governo é o presente ou o futuro, se privilegia a sua base de apoio ou a sociedade no seu todo, se acredita mais no Estado ou na iniciativa privada para criar riqueza, qual o preço que está disposto a pagar pelas escolhas que faz. O documento em si diz-nos muito, pela informação que contém, e pela que omite, pela forma como sustenta previsões e pela mensagem que passa para os agentes económicos”. Foi com estas palavras que Maria Luís Albuquerque iniciou a sua intervenção, esta sexta-feira, no debate na generalidade da proposta... ( ver mais) |
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| “Ficou demonstrado que o Bloco é um partido que está à venda” |
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| Carlos Abreu Amorim considera que os bloquistas abdicaram do que defendiam em troca de “um naco de poder”. |
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No seguimento de uma intervenção do Bloco de Esquerda no debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, Carlos Abreu Amorim afirmou que, na sua intervenção, o bloquista “falou de tudo e de um par de botas”, menos do Orçamento. Contudo, adianta o Vice-Presidente da bancada do PSD, a deputada Catarina Martins tem dito que este não é o Orçamento que queria, mas sim o possível. Segundo o parlamentar, esta atitude do Bloco faz lembrar a atitude de um conhecido treinador de futebol que, quando sofreu um castigo que o impediu de estar no banco, declarou-se “imponente em mudar a realidade das coisas e o curso dos acontecimentos”. “O Bloco está, mais ou menos, na mesma situação. O Bloco também se sente imponente na sua impotência de mudar as coisas e... ( ver mais) |
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| Segurança social: PSD defende uma reforma estrutural, ponderada e sem preconceitos |
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| Adão Silva frisa que a intenção passa por acabar com os sobressaltos dos pensionistas e com a desilusão dos atuais contribuintes. |
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No segundo dia de debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, Adão Silva afirmou que o Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social não justificou a exclusão do aumento extraordinário de 10 euros as pensões de cerca de 1 milhão de portugueses, que são os pensionistas mais pobres. “Nós não queremos acreditar que seja por uma danada vontade de injustiça social e de insensibilidade social de vossa excelência. Embora seja verdade, que vossa excelência pertenceu a um Governo, em 2010, que sem haver troika, congelou generalizadamente todas as pensões, mas pensávamos que tinha aprendido”, declarou. Dirigindo-se a Vieira da Silva, o Vice-Presidente da bancada do PSD frisou que os sociais-democratas concordam com o aumento extraordinário... ( ver mais) |
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| “Orçamento é eleitoralista, injusto, tem mais austeridade e prolonga a estagnação da economia” |
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| Segundo Luís Montenegro a nova máxima do Governo de esquerda é: “o povo que aguente”. |
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Luís Montenegro defende que o Governo e a esquerda praticam “austeridade pura” e que, um ano depois, “o país está pior e a vida quotidiana das pessoas não está melhor”. No debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, o líder parlamentar do PSD argumentou que “o país está menos confiável” e lembrou que, entre outros recuos, “o investimento público está a diminuir estrondosamente”. “Hoje Portugal é um palco de revanchismo e de reversões”, classificou Montenegro, sublinhando que 2016 foi um ano perdido. “Este Orçamento, em vez de trazer esperança, repete os erros e prolonga a estagnação do país”, acrescentou. De seguida, reconhecendo que o governo decidiu antecipar devolução de alguns rendimentos, o parlamentar questionou: “esta aceleração... ( ver mais) |
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| Com este Governo a dívida cresce mais e Portugal cresce menos |
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| Simão Ribeiro alertou para o valor da dívida que aumenta há 7 meses consecutivos. |
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Segundo Simão Ribeiro a dívida pública voltou a aumentar para valores recorde, como nunca foram vistos. Sublinhando que a dívida aumenta há 7 meses consecutivos e que no espaço de um ano aumentou cerca de 12 mil milhões de euros, o social-democrata questionou ao Ministro das Finanças se é esta a herança que pretende deixar ao país e às novas gerações. No debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, o deputado recordou, de seguida, que o cenário de governação do PS apontava para um robusto crescimento da economia, com valores na casa dos 2,4%. “Soube-se hoje que o crescimento para este ano de 2016 estará bastante próximo do nada, ou seja, irá situar-se a pouco mais de 1%. Quando no ano de 2015 o crescimento foi de 1,6%. É caso para dizer que... ( ver mais) |
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| Governo “está a defender e a assumir uma violação grosseira” da independência do serviço público de televisão |
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| Na base da acusação de Sérgio Azevedo está a alteração à Lei que regula o financiamento público da RTP. |
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A meio do debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, e após várias questões colocadas ao Ministro das Finanças, Sérgio Azevedo afirmou que Mário Centeno aprendeu bem com o Primeiro-Ministro, pois não responde a uma única questão. Depois de colocar em evidência a narrativa do governante de insistir em colocar no governo anterior a responsabilidade dos seus falhanços, o Vice-Presidente da bancada do PSD centrou a sua intervenção na Lusa. Após no dia anterior o Ministro ter afirmado que a Lusa e a RTP não estavam isentas do esforço orçamental exigido, o parlamentar recordou que, hoje, a Presidente do Conselho de Administração da Agência Lusa afirmou que tem garantias de que “a empresa poderá ter boas notícias relativamente à indeminização... ( ver mais) |
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| Miguel Santos confronta Ministro das Finanças com Orçamento para a saúde |
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| O social-democrata não compreende como é que o montante orçamentado para 2017 é inferior ao registado em 2015. |
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Miguel Santos levou o tema da saúde ao debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017. No seguimento de uma intervenção do Ministro das Finanças, e depois de assistir ao governante a referir-se a um valor de défice do sector da saúde diferente do que tinha referido no dia anterior, o Vice-Presidente da bancada do PSD começou por pedir a Mário Centeno que fixe o valor do défice. Após recordar a “marotice” que o Governo fez em relação a este défice, o social-democrata referiu-se a uma nota da UTAO que refere que o montante orçamentado para 2017, para despesas com pessoal, é inferior ao registado em 2015. Tendo em conta que em 2017 as reposições salariais estarão a 100%, que as 35 horas estão implementadas e que há necessidade de contratação de... ( ver mais) |
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| Governo coloca a sobrevivência política acima dos interesses dos alunos |
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| Amadeu Albergaria considera que a postura do Executivo em matéria de educação é “inadmissível, censurável e imperdoável”. |
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“Este Orçamento é um embuste e a educação é uma das provas mais visíveis desse embuste”. Foi com esta afirmação que Amadeu Albergaria iniciou a sua intervenção, esta quinta-feira, no debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017. Dirigindo-se ao Ministro das Finanças, o Vice-Presidente da bancada do PSD frisou que Mário Centeno tem como Primeiro-Ministro António Costa, que fez parte de um Governo que levou o país à falência e por isso pôs a escola pública em causa. “Apesar de tudo isso, o Governo agora por ele chefiado insiste no mesmo erro. Mais grave, prepara-se para fazer pior. Põem a vossa sobrevivência política acima dos interesses dos alunos e isso é inadmissível, censurável e imperdoável. Terá o nosso combate”. Focando-se no sector da... ( ver mais) |
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| Crescimento económico: Duarte Pacheco fala em dois anos perdidos |
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| O deputado lembra que com este Governo o país está a crescer menos do que com o anterior. |
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No debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2017, Duarte Pacheco começou por questionar ao Ministro das Finanças se teve oportunidade de ler a proposta de Orçamento enviada ao Parlamento. Segundo o social-democrata, o Ministro Mário Centeno pode repetir centenas de vezes a afirmação de que não há aumentos de impostos, pois eles existem e são muitos. “Os senhores baixam alguns impostos para alguns, para aumentar muitos impostos para todos. Essa é a vossa escolha, essa é a vossa opção”. No que respeita à afirmação do Ministro de que vamos ter gloriosos anos de crescimento, o social-democrata recordou que em 2015 o país estava crescer 1,6%. “Os senhores chegam ao poder a dizer que vão colocar o país a crescer mais. Qual é o resultado? Vamos... ( ver mais) |
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