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Orçamento Estado 2016
Dossier temático sobre o Orçamento de Estado 2016
“O Governo tornou-se o principal fator de descredibilização e insegurança”
Miguel Morgado lembrou que este Orçamento já foi tudo e o seu contrário.

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Em 2016 os portugueses vão pagar mais 2 mil milhões de euros em impostos
António Leitão Amaro disse ao Ministro das Finanças que este Orçamento é mau para as famílias e empresas portuguesas.

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Miguel Santos considera que estamos a assistir “a um rombo na coerência do PCP”
O deputado frisou que o custo político desde acordo levou os comunistas a “meterem a viola no saco”.

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O Bloco faz parte deste Governo e este é o seu Orçamento
Carlos Abreu Amorim garantiu que os portugueses saberão julgar os bloquistas por fazerem agora o contrário do que prometeram em campanha eleitoral.

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Governo PS começou os cortes nos salários da administração pública. Governo PSD começou a sua reposição.
Hugo Lopes Soares lembrou que foi um Governo PS que começou com as políticas de austeridade.

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“Este Orçamento redistribui a austeridade em vez de seguir o caminho gradual da sua remoção”
Teresa Leal Coelho declarou que este Orçamento penaliza com impostos a classe média e as empresas.
“Este Orçamento de Estado para 2016 que «já foi tudo e o seu contrário» é da exclusiva responsabilidade do Governo socialista por opção tática deliberada há três meses atrás. O PS escolheu o caminho que entendeu seguir. O PS escolheu os parceiros que entendeu servirem a sua visão conjuntural do interesse nacional. O PS escolheu pagar o preço exigido pelos partidos que suportam esta solução governativa.
Com estas escolhas, o PS desvirtua a sua memória, a sua tradição e a sua alma mater e por isso o PS é hoje um partido em rutura consigo próprio”. Estas foram as palavras iniciais de Teresa Leal Coelho numa intervenção no debate do Orçamento do Estado para 2016.
Sublinhando que o PS se encontra refém de parceiros com quem... (ver mais)
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Nuno Serra acusa o Governo de colocar em causa toda a competitividade do sector agrícola português
Segundo o social-democrata o esforço dos produtores e o dinamismo do sector foi posto em risco.

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Margarida Mano considera que o Governo não acredita na autonomia das universidades e politécnicos
Em causa os condicionalismos criados no Orçamento do Estado.

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“Este Orçamento expõe Portugal aos perigos do agravamento das circunstâncias internacionais”
Manuel Rodrigues lembrou que o documento aumenta a fiscalidade em 2 mil milhões de euros.
“O Orçamento para 2016 quer virar a página da austeridade, mas aumenta a fiscalidade em 2 mil milhões de euros. Este Orçamento prevê menos défice, mas o défice em contas públicas aumenta 840 milhões de euros. A própria Comissão Europeia já afirmou que espera que o défice em contas nacionais seja superior a 3%. O Governo aposta no investimento público, mas o investimento público diminui 5,4%. Portugal necessita de criar mais emprego, no entanto este orçamento prevê abrandar o ritmo de geração de emprego em cerca de um terço. O Governo aposta no maior contributo da procura externa, mas a produtividade cresce metade do aumento das remunerações”. Estas foram as palavras iniciais de Manuel Rodrigues no debate do Orçamento do Estado para 2016.
De seguida, o deputado... (ver mais)
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Orçamento do Estado: António Costa não responde às perguntas e insiste em vulgaridades e lugares-comuns
A acusação foi deixada por José Matos Correia no debate na generalidade do Orçamento para 2016.
No debate do Orçamento do Estado para 2016, José de Matos Correia começou a sua intervenção garantindo a António Costa que não iria descer ao seu nível. “O senhor Primeiro-Ministro faz juízos de intenção e afirma inverdades com o exclusivo objetivo de confundir o seu papel de Primeiro-Ministro com o seu papel de líder do PS. Nós não estamos num comício, nós estamos na Assembleia da República perante a qual o senhor Primeiro-Ministro responde”. Prova das inverdades de António Costa, refere o social-democrata, reside na acusação de que o PSD e o seu líder teria conspirado para o chumbo deste Orçamento. “Mas o senhor Primeiro-Ministro provavelmente tem conhecimento de causa sobre essas matérias, pois durante 4 anos e meio o partido que agora lidera esteve ativamente... (ver mais)
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