| Mendes Bota: “o PS pretendeu cavalgar a onda do descontentamento em cima da prancha da demagogia” |
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| O social-democrata afirmou que os portugueses não se esquecem de que o PS deixou o País à beira da bancarrota. |
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Após assistir à intervenção do líder parlamentar do PS, no debate do Orçamento do Estado para 2013, Mendes Bota afirmou que se assistiu a “uma argumentação vazia de conteúdo e de qualquer proposta concreta”. O social-democrata recordou que foi Almeida Santos quem disse que Francisca Sá Careiro era “um deputado a sério num Parlamento a fingir” e lamentou ter assistido a Carlos Zorrinho a prestar-se ao papel de ser “um deputado a fingir num Parlamento a sério”. “Fingimento pois conseguiu falar durante vários minutos e fingir que nada aconteceu até ao dia 6 de junho de 2011. Fingiu que nada responsabiliza o PS na situação que deixou para o Governo em funções, fingiu que nada aconteceu num partido que deixou o País à beira da bancarrota, à porta do... (ver mais) |
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| “Estamos a tentar corrigir rapidamente os erros de quase duas décadas” |
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| Miguel Frasquilho recordou aos parlamentares os resultados de anos de governação socialista. |
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No início do segundo debate do Orçamento do Estado para 2013, Miguel Frasquilho começou a sua intervenção recordando as palavras de José Jorge Letria: “um país sem memória perde a sua identidade”. Numa altura em que os Portugueses estão confrontados com o Exercício Orçamental mais difícil e exigente da nossa história recente, e que muitos sacrifícios impõe à População do nosso País, o Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD propôs aos deputados uma breve viagem ao passado. “Uma viagem útil, porque permite localizar as raízes dos nossos problemas crónicos de finanças públicas e esclarecer as origens do mal económico de que padecemos. Isto para não cometermos os mesmos erros e não hipotecarmos definitivamente o futuro”. De acordo com o... (ver mais) |
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| “Este Orçamento é mais um passo para complementar o esforço reformista em matéria de habitação e de arrendamento” |
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| António Leitão Amaro considera que estas reformas vão incentivar a atividade económica, o crescimento económico e o emprego. |
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No debate do Orçamento do Estado para 2013, António Leitão Amaro centrou a sua intervenção nas medidas de incentivo ao crescimento económico constantes no documento. Do ponto de vista do social-democrata, também na habitação o País andou mal durante muitos anos. “Apostamos na construção nova, na compra de casa, tudo baseado no endividamento das famílias e dos bancos portugueses. Atirámos as pessoas para fora dos centros das cidades. Mas, também neste sector, o Governo dá um exemplo de Reforma e de mudança e em vez de construção temos a reabilitação urbana, em vez de compra de casa temos arrendamento e em vez de endividamento temos poupança”. Neste sentido, acrescenta o parlamentar, este Governo fez as reformas que outros ou falavam ou tentavam mas não fizeram. “Este... (ver mais) |
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| Atuação do Governo em relação às obras do Alqueva demonstra a incapacidade dos socialistas em resolver os problemas que criam |
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| Pedro Lynce saudou o Governo pelo sucesso na renegociação das verbas dos fundos comunitários. |
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Na sequência da intervenção da Ministra da Agricultura, no debate do Orçamento para 2013, Pedro Lynce afirmou que Assunção Cristas “faz parte de um Governo que negociou com a Comissão Europeia a autorização para utilização de verbas destinadas ao Fundo de Coesão para conclusão de parte de obras do Alqueva, permitindo um maior investimento na agricultura e pondo, deste modo, em relevo a incapacidade do PS em resolver um problema por ele criado”. Face à importância deste processo e às acusações dos socialistas, o Vice-Presidente da bancada do PSD solicitou à Ministra que explicasse esse processo de negociação e que garantisse aos agricultores que este Orçamento inclui a participação nacional suficiente para cumprir os prazos estabelecidos para o aproveitamento das verbas do... (ver mais) |
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| O Governo conseguiu mudar a trajetória em direção ao abismo que os governos do PS tinham dado ao rumo do País |
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| O reconhecimento pelo trabalho do Executivo foi feito por Cristóvão Crespo no debate do Orçamento. |
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Quase a terminar o primeiro dia de debate do Orçamento do Estado para 2013, Cristóvão Crespo declarou que o “debate já decorrido mostrou que as oposições estão com falta de razão e porque não dize-lo com défice de coração”. “Os partidos da oposição estão com défice de razão porque não perceberam, ou não querem perceber, a situação em que o País foi lançado pelos governos do Partido Socialista. Estão com défice de coração porque, apesar das dificuldades, o Governo tem conseguido preservar os rendimentos e os apoios sociais aos que se encontram em situação de maior carência. O Governo demonstrou claramente que o caminho percorrido tendo sido carregado de dificuldades, mas permitiu mudar a trajetória em direção ao abismo que os governos do Partido Socialista tinham dado ao... (ver mais) |
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| “Ignorar os progressos já alcançados é menosprezar os sacrifícios que os portugueses fizeram” |
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| Paulo Batista Santos acusou o PS de não apresentar propostas alternativas. |
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“No passado dia 11 de setembro Portugal viu confirmada uma avaliação positiva ao seu plano de assistência económico-financeira. Encerrou, essa avaliação positiva, em três pilares fundamentais: consolidação orçamental, estabilidade financeira e competitividade, crescimento e emprego. Um resultado positivo que nos credibiliza, conseguido através de uma governação exigente, pedindo sacrifícios aos portugueses, mas seguindo o caminho correto e que persegue o objetivo da credibilidade e do crescimento sustentável. Passado pouco mais de um ano, foi possível suster a trajetória de desequilíbrio crescente, foi possível equilibrar as contas externas, é possível vislumbrar uma outra consolidação”. Foram estas as primeiras considerações de Paulo Batista Santos no debate do Orçamento... (ver mais) |
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| “1 milhão e 200 mil pensionistas vão ver o seu rendimento real aumentar” |
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| Duarte Pacheco declarou que esta é uma das medidas que comprova que este Orçamento do Estado também tem uma componente social. |
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Na opinião de Duarte Pacheco, quem tenho ouvido as intervenções da bancada do BE e do PS deve estar a questionar-se em qual País é que nós estamos. Segundo o deputado estes partidos esqueceram a situação de bancarrota em que estávamos, de quem é a responsabilidade e do facto de estarmos com uma soberania limitada e que é nesse contexto que o Orçamento é apresentado. “Aquilo que o País não precisa é de uma posição radical do PS, o País não precisa deste radicalismo, deste extremismo, deste querer fugir às responsabilidades”. Durante o debate do Orçamento do Estado para 2013, o social-democrata centrou-se na intervenção do Ministro das Finanças e na grande reforma estrutural que finalmente está sobre a mesa: o debate sobre as funções do Estado e a forma... (ver mais) |
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| Luís Montenegro: “este é um Orçamento de sensibilidade social” |
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| O parlamentar recordou que o Orçamento contempla a atualização das pensões mínimas, a majoração do subsídio de desemprego para casais desempregados e tributações adicionais para os que têm mais rendimentos.
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Para Luís Montenegro a discussão e aprovação do Orçamento do Estado constituem um marco político singular do nosso debate democrático. “Um marco que assinala opções e escolhas com alcance direto na vida das pessoas, das famílias, das empresas. Um marco que determina o rumo e o futuro da comunidade, da relação entre o papel do Estado na organização social com a contribuição de cada cidadão. Um marco de afirmação das políticas públicas na prossecução de mais justiça, mais equidade e mais igualdade de oportunidades. Mas um debate do Orçamento sendo tudo isto, não pode desligar-se da realidade política e social em que tem de se enquadrar anualmente. As opções e as escolhas de hoje têm por isso de se conjugar com a real situação em que nos encontramos”. Quanto a essa... (ver mais) |
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| “António José Seguro foi conivente com o maior ataque ao Estado Social que foi feito em democracia” |
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| Luís Menezes acusou o socialista de ter estado em silêncio enquanto o Governo do PS endividava o País de uma forma brutal. |
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Na sequência de uma Declaração do deputado António José Seguro, esta terça-feira, no debate do Orçamento do Estado para 2013, onde o socialista falou em disciplina e rigor orçamental, Luís Menezes interveio para questionar ao Secretário-Geral do PS “onde é que andou nos últimos seis anos em que o PS foi Governo”. De acordo com o Vice-Presidente da bancada do PSD “quem limitou o Estado social foi quem levou o endividamento para níveis insustentáveis, foi quem fez a festa da Parque Escolar e foi embora sem a pagar, foi quem assumiu os compromissos das PPP’s e deixou a fatura para este Governo pagar. Durante os últimos 6 anos do Governo socialista, no fundo daquela bancada, o senhor deputado António José Seguro nunca disse nada, foi conivente com o maior ataque ao Estado... (ver mais) |
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| António Rodrigues destaca referências de Passos Coelho às questões europeias |
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| O Vice-Presidente da bancada do PSD salientou a importância da iniciativa de Governo de convocar os países da coesão para discutir o Quadro Financeiro Plurianual. |
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António Rodrigues destacou a importância do Primeiro-Ministro ter trazido a questão europeia para o debate do Orçamento para 2013. Durante o início da discussão do Orçamento do Estado para 2013 e das Grandes Opções do Plano para 2013, o Vice-Presidente da bancada do PSD destacou, ainda, a importância iniciativa de Passos Coelho de convocar os países da coesão para discutir o Quadro Financeiro Plurianual. “Fá-lo, porque está preocupado com o futuro. Não está preocupado com umbigo, não está preocupado com o hoje, não está preocupado, apenas e só, com as questões negativas da Europa. O PS, que tanto nos habituou a falar da Europa, agora apenas fala daquilo que é negativo. É incapaz de falar do positivo, é incapaz de falar no futuro”. “Registo que Portugal... (ver mais) |
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